O legado incerto das parteiras das comunidades tradicionais do Território da Bocaina

Autores

  • Barbara Albino Cananéa Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Nathalia Caetano de Macedo Goulart Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Jade do Nascimento Pecene Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Juliana Amaral Prata Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Sandra Cristina de Souza Borges Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Edymara Tatagiba Medina Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Ricardo José Oliveira Mouta Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.70597/vozes.v11i23.1336

Palavras-chave:

Parto, interculturalidade, diversidade cultural, parteira tradicional, identidade cultural

Resumo

O parto nas comunidades tradicionais antigamente era realizado por parteiras locais, as quais tinham saberes ancestrais que eram passados de geração em geração. com o passar dos anos o parto dessas mulheres passaram a ser realizados em hospitais e essa prática acabou por ser desvalorizada, sendo realizadas somente em casos de necessidade e emergência. O objetivo deste é descrever como parteiras das comunidades tradicionais do território da Bocaina, estão passando seus conhecimentos para as futuras gerações. Trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória com abordagem qualitativa. Tendo como cenário os municípios de Angra dos Reis, Paraty e Ubatuba, situados no território da Bocaina, onde existem comunidades tradicionais caiçaras, indígenas e quilombolas, que possuem relações históricas e culturais que as integram. As participantes da pesquisa são mulheres do território da Bocaina que assistem partos, que se reconhecem ou são reconhecidas como parteiras pela sua comunidade. Os resultados apontaram que as parteiras destes territórios pelo contexto social atual possuem a incerteza da passagem do seu legado cultural para as novas gerações. Conclui se que é de suma importância que essas parteiras sejam valorizadas, tendo reconhecimento histórico, legal e cultural, como forma de fortalecimento do oficio, e assim seus conhecimentos não tenham um destino incerto dentro de suas comunidades.

Biografia do Autor

Barbara Albino Cananéa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
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Nathalia Caetano de Macedo Goulart, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
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Jade do Nascimento Pecene, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
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Juliana Amaral Prata, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
Endereços Eletrônicos (e-mails): juaprata@gmail.com

Sandra Cristina de Souza Borges Silva, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Edymara Tatagiba Medina, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
http://lattes.cnpq.br/6159685300836305
Endereços Eletrônicos (e-mails): edymaramedina@gmail.com

Ricardo José Oliveira Mouta, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ)
http://lattes.cnpq.br/3733988681131386
Endereços Eletrônicos (e-mails): ricardomouta@hotmail.com

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Publicado

01-05-2023

Como Citar

CANANÉA, . A. .; GOULART, . C. de M. .; PECENE, . do N. .; PRATA, . A. .; SILVA, . C. de S. B. .; MEDINA, . T. .; MOUTA, . J. O. . O legado incerto das parteiras das comunidades tradicionais do Território da Bocaina. Revista Vozes dos Vales: Publicações Acadêmicas, [S. l.], v. 11, n. 23, p. 13, 2023. DOI: 10.70597/vozes.v11i23.1336. Disponível em: https://revistas.ufvjm.edu.br/vozes/article/view/1336. Acesso em: 25 mar. 2026.

Edição

Seção

Artigos