Diamantina, “helenas” e as imagens em cena
Palavras-chave:
Vídeo/dança, Diamantina, Helena Morley, SemióticaResumo
Este trabalho é um estudo sobre o vídeo/dança intitulado Diamantina em Performance, Minha Vida de Menina. A obra foi realizada na cidade de Diamantina, em 2010, como uma tradução poético-corporal e fílmica do romance Minha Vida de Menina, de Helena Morley. Para a análise, o principal instrumental teórico utilizado é a semiótica de Charles Sanders Peirce em conexão às questões sobre a percepção do conteúdo audiovisual. A obra em si, configura-se em um emaranhado de linguagens híbridas que possibilitam um trânsito sígnico do romance para o vídeo por meio de modernas técnicas de produção e representação a partir da biografia de uma “Helena” que se pluraliza de sentidos.
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