‘Sacred or profane?’: motherhood portrayed in Amanda Coogan’s performance art

Autores

  • Caroline Moreira Eufrausino Universidade de São Paulo - USP

Palavras-chave:

Irlanda, Mulher, Amanda Coogan

Resumo

Em 1922, a Irlanda adquiriu independência do domínio inglês e passou a adotar políticas que visavam moldar sua identidade nacional. Durante esse período nacionalista, a mulher teve seu papel definido como dona de casa, mãe e esposa restrita ao espaço privado doméstico ao passo que o homem cuidaria do que era de carácter público. Direito ao divórcio e métodos contraceptivos eram proibidos até então. Após as lutas feministas dos anos 60, as mulheres conseguiram romper barreiras que as asseguravam na esfera privada da sociedade e avanços foram alcançados em relação às leis irlandesas. Porém, o direito ao aborto, por exemplo, era proibido até ano passado mesmo em casos em que a vida da mãe estava em risco. Esse artigo se debruça sobre o trabalho da artista performática irlandesa, Amanda Coogan, explica o seu contexto e a forma como ela usa o seu corpo como uma obra de arte e visa analisar a dicotomia de mulher que é sagrada/profana dentro da sociedade irlandesa contemporânea.

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Publicado

01-10-2014

Como Citar

Moreira Eufrausino, C. (2014). ‘Sacred or profane?’: motherhood portrayed in Amanda Coogan’s performance art. evista ozes os ales: Publicações cadêmicas, 3(6), 17. ecuperado de https://revistas.ufvjm.edu.br/vozes/article/view/912