‘Sacred or profane?’: motherhood portrayed in Amanda Coogan’s performance art
Palavras-chave:
Irlanda, Mulher, Amanda CooganResumo
Em 1922, a Irlanda adquiriu independência do domínio inglês e passou a adotar políticas que visavam moldar sua identidade nacional. Durante esse período nacionalista, a mulher teve seu papel definido como dona de casa, mãe e esposa restrita ao espaço privado doméstico ao passo que o homem cuidaria do que era de carácter público. Direito ao divórcio e métodos contraceptivos eram proibidos até então. Após as lutas feministas dos anos 60, as mulheres conseguiram romper barreiras que as asseguravam na esfera privada da sociedade e avanços foram alcançados em relação às leis irlandesas. Porém, o direito ao aborto, por exemplo, era proibido até ano passado mesmo em casos em que a vida da mãe estava em risco. Esse artigo se debruça sobre o trabalho da artista performática irlandesa, Amanda Coogan, explica o seu contexto e a forma como ela usa o seu corpo como uma obra de arte e visa analisar a dicotomia de mulher que é sagrada/profana dentro da sociedade irlandesa contemporânea.
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