SUPEREXPLORAÇÃO DO TRABALHO: UMA ANÁLISE À LUZ DA FORMAÇÃO NACIONAL
Abstract
O presente artigo parte do pressuposto que, mais do que resposta automática à drenagem de excedentes para o exterior, a “superexploração” do trabalho é resultado, de um lado, dos padrões de dominação externa aos quais a periferia é submetida e suas transformações ao longo do tempo. De outro, da forma como se desdobra a formação nacional frente a isso, mais especificamente, as particularidades do desenvolvimento do capitalismo periférico, da constituição das classes sociais, do mercado de força de trabalho e da dinâmica da luta de classes no país. O objetivo da discussão proposta é apreender, levando em consideração a relação exposta acima, as raízes da superexploração da força de trabalho no Brasil.
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