First record of occurrence of Taccarum peregrinum (Araceae) in the state of Minas Gerais, Brazil

Authors

  • Maria Izabel Maciel da Silva
  • Jacqueline Bonfim e Cândido
  • Matheus Pedro da Silva
  • Vicente Toledo Machado de Morais Junior
  • Luciano Cavalcante de Jesus França

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.17372218

Keywords:

Phytogeography, Cerrado, conservation, Seasonal Semideciduous Forest, botanical record

Abstract

This study presents the first confirmed record of Taccarum peregrinum (Schott) Engl. (Araceae) for the state of Minas Gerais, Brazil. The species was identified in an urban fragment of the Semideciduous Seasonal Forest in the municipality of Monte Carmelo, in the Cerrado biome. Collection was carried out by walking along trail edges, and samples were analyzed based on vegetative and reproductive morphology. Identification was confirmed by comparison with previous taxonomic descriptions. The specimen was found in an environment with partial shade, well-drained soil, and the presence of moist microhabitats, characteristics typical of the species' ecology. Analysis of the geographic distribution and previous records revealed that the occurrence in Minas Gerais represents a significant expansion of the known range for the taxon. This discovery reinforces the importance of urban forest remnants for biodiversity conservation, especially of rare or poorly studied species. The study also highlights the need for floristic surveys in underexplored areas of the Cerrado, contributing to the advancement of knowledge about the regional flora and supporting in situ conservation strategies.

References

Aker, A. M. et al. (2022). Fungos micorrízicos arbusculares no cerrado: influência do sistema de uso, textura do solo e sazonalidade. Revista Caatinga, 35(1), e9735.

Andrade, I. M. et al. (2013). The Araceae in Ceará, Brazil: humid forest plants in a semi-arid region. Rodriguésia, Rio de Janeiro, 64(3), p. 507–524.

Araújo, M. A.; Tormena, C. A.; Silva, A. P. (2021). Propriedades físicas de um Latossolo Vermelho distrófico cultivado e sob mata nativa. Journal of Bioenergy and Biomass, 7(1), p. 22–29.

Beentje, H. (2016). The Kew Plant Glossary: an illustrated dictionary of plant terms (2. ed.). Kew: Royal Botanic Gardens, 184 p.

Brasil. Ministério do Meio Ambiente. (2022). Portaria MMA nº 148, de 7 de junho de 2022: atualiza os anexos das Portarias MMA nº 443, 444 e 445, de 2014. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 7 jun. 2022.

Centro de Ciências. (2021). Livro 17: Introdução às Ciências Naturais. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará.

CNCFlora – Centro Nacional de Conservação da Flora. (2025). Taccarum peregrinum. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Coelho, G. C. et al. (2022). Flora do Rio Grande do Norte: Araceae – Stheffany Carolina da Silva Lóz. UFRN.

Costa, R. C. et al. (2007). Flora and life-form spectrum in an area of deciduous thorn woodland (caatinga) in northeastern Brazil. UFC.

CRIA – Centro de Referência e Informação Ambiental. (2025). Species Link.

Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. (2018). Sistema brasileiro de classificação de solos (5. ed. rev. e ampl.). Brasília, DF: Embrapa, 356 p.

Felfili, J. M.; Nascimento, A. R. T.; Fagg, C. W.; Meirelles, E. M. (2007). Composição florística e fitossociologia de uma floresta estacional decidual sobre afloramento de calcário no Brasil Central. Revista Brasileira de Botânica, 30(4), 611–621.

Filgueiras, T. S.; Nogueira, P. E.; Brochado, A. L.; Gualberto, S. M. (1994). Identificação e caracterização de tipos biológicos em fanerógamas do cerrado. Boletim de Botânica da Universidade de São Paulo, 13, p. 111–132.

Finch-Savage, W. E.; Leubner-Metzger, G. (2006). Seed dormancy and the control of germination. New Phytologist, 171(3), p. 501–523.

Flora e Funga do Brasil. (2025). Taccarum peregrinum (Schott) Engl.

Freitas, R. N.; Silva, M. F. S.; Paiva, J. S.; Mayo, S. J.; Andrade, I. M. (2017). Taxonomic survey of the Araceae Juss. in the coastal region of Piauí state, northeast Brazil, including the Rio Parnaíba Delta. Iheringia, Série Botânica, 72(3), p. 341–350.

GBIF – Global Biodiversity Information Facility. (2025).

Gonçalves, E. G. (2002). Sistemática e evolução da tribo Spathicarpeae (Araceae). Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo.

Gonçalves, E. G. (2003). Elucidating the elusive Taccarum warmingii (Araceae – Tribe Spathicarpeae) and a revised key for the genus Taccarum. Aroideana, 26, p. 16–21.

Gonçalves, E. G. (2003). Sistemática e evolução das Spathicarpeae (Araceae). Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) – Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Gonçalves, E. G. (2004). Araceae. In: Wandscher, M. C.; Melhem, T. S.; Romaniuc-Neto, S. (org.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo 4, p. 33–51). São Paulo: Instituto de Botânica.

Harris, J. G.; Harris, M. W. (2001). Plant identification terminology: an illustrated glossary (2. ed.). Spring Lake, UT: Spring Lake Publishing, 216 p.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2022). Cidades: Monte Carmelo (MG).

Inkscape. (2025). Inkscape: editor gráfico vetorial. Versão 1.3.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2012). Manual técnico da vegetação brasileira: sistema fitogeográfico; inventário das formações florestais e campestres; técnicas e manejo de coleções botânicas (2. ed.). Rio de Janeiro: IBGE, 271 p.

IPNI – International Plant Names Index. (2025). Taccarum peregrinum (Schott) Engl.

Lavérdi, G. F. (2024). Como 37 anos de mudança no uso da terra afetaram a estrutura da paisagem florestal de Monte Carmelo, Minas Gerais. Universidade Federal de Uberlândia.

Lopes, S. F.; Silva, F. R.; Oliveira, J. P. (2011). Diagnóstico ambiental para implementação do Parque Municipal da Matinha (Monte Carmelo, MG): implicações à conservação da biodiversidade do Cerrado. Caminhos de Geografia, 12(39), p. 58–80.

Mamede, M. D. (2008). Effects of slash and burn practices on a soil seed bank of caatinga vegetation in Northeastern Brazil. UFC.

Marhold, K. et al. (2020). IAPT chromosome data 31. Taxon, [S.l.].

Mayo, S. J.; Bogner, J.; Boyce, P. C. (1997). The Genera of Araceae. Kew: Royal Botanic Gardens, 370 p.

McKinney, M. L. (2002). Urbanization, biodiversity and conservation. BioScience, 52(10), p. 883–890.

Moreira, F. M. de S.; Siqueira, J. O. (2006). Micorriza arbuscular no Cerrado: ocorrência e importância ecológica. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 32 p.

Mori, S. A.; Boom, B. M.; De Carvalho, A. M.; dos Santos, T. S. (1989). Manual de manejo do herbário fanerogâmico (2. ed.). Ilhéus, BA: Centro de Pesquisas do Cacau (CEPLAC), 104 p.

Pereira‑Silva, R. A. et al. (2022). Angiosperm diversity in a Lowland Semideciduous Seasonal Forest in Pernambuco State, Brazil. Biota Neotropica, 22(1).

Pimenta, K. M.; Azevedo, C. O. (2024). Ampliando o conhecimento sobre a distribuição de Taccarum ulei (Araceae): um novo registro para o estado da Bahia, Brasil. Iheringia, Série Botânica, 79, e20241355.

POWO – Plants of the World Online. (2025). Taccarum peregrinum (Schott) Engl. Kew Science.

Prado Júnior, J. A.; Lopes, S. de F.; Schiavini, I.; Vale, V. S.; Oliveira, A. P.; Gusson, A. E.; Dias Neto, O. C.; Stein, M. (2012). Fitossociologia, caracterização sucessional e síndromes de dispersão da comunidade arbórea de remanescente urbano de Floresta Estacional Semidecidual em Monte Carmelo, Minas Gerais. Rodriguésia, 63(3), p. 489–499.

QGIS Development Team. (2025). QGIS Geographic Information System. Versão 3.34. Open Source Geospatial Foundation Project.

Reflora. (2025). Herbário Virtual.

Roldao, A. F.; Ferreira, V. O. (2014). Pluviosidade e balanço hídrico na mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba – MG. In: Anais do XXI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, [S.l.], 2014. Trabalho PAP019273.

Santos, R. M. dos. (2024). Diagnóstico do conflito do uso e ocupação da terra em áreas protegidas por lei em imóveis rurais no município de Monte Carmelo-MG. Revista Espinhaço, 13(1).

Santos-Filho, F.S.; Almeida Jr., E.B.; Zickel, C.S. (2013). A flora das restingas de Parnaíba e Luiz Correia - litoral do Piauí, Brasil. pp. 37-60. In: F.S. Santos-Filho; A.F.C.L. Soares & E.B. Almeida Jr. (Orgs.). Biodiversidade do Piauí: pesquisas & perspectivas. v.2. Curitiba: CRV.

SIBBr – Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. (2025). Taccarum peregrinum.

Toledo, L. O. et al. (2009). Análise multivariada de atributos pedológicos e fitossociológicos aplicada na caracterização de ambientes de cerrado no norte de Minas Gerais. Revista Árvore, 33(5), 611–621.

UFC. (2021). Evaluating the relative importance of woody versus non-woody plants for alpha-diversity in a semiarid ecosystem in Brazil.

UFPE. (2006). Florística e fitossociologia de um fragmento de caatinga arbórea, São José do Piauí, Piauí.

Vasco, A. N. et al. (2024). Impacto de 37 anos de mudança na cobertura e uso da terra na paisagem do Triângulo Mineiro. Cap 10. In: Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento Aplicado à Agronomia. Wissen Editora.

WCSPF – World Checklist of Selected Plant Families. (2025). Taccarum peregrinum (Schott) Engl. Facilitated by the Royal Botanic Gardens, Kew.

Zappi, D. C. et al. (2015). A catalogue of the vascular plants of the Caatinga Phytogeographical Domain: A synthesis of floristic and phytosociological surveys.

Published

2026-03-07

How to Cite

Silva, M. I. M. da ., Cândido, J. B. e ., Silva, M. P. da ., Junior, V. T. M. de M. ., & França, L. C. de J. . (2026). First record of occurrence of Taccarum peregrinum (Araceae) in the state of Minas Gerais, Brazil. evista Espinhaço, 16(1). https://doi.org/10.5281/zenodo.17372218

Issue

Section

Artigos

Most read articles by the same author(s)

1 2 > >>