Implementação da segunda etapa do Método Canguru no hospital e maternidade Polo da Macrorregião do Jequitinhonha – Diamantina/MG: efeitos nos sinais vitais dos recém-nascidos

Autores

  • Larissa Alves Fidêncio Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Ana Júlia de Matos Corrêa Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Milena Letícia Cruz Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Maria Eduarda Martins de Souza Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Cálita Fernandes Durães Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Débora Fernandes de Melo Vitorino Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Heloisa Helena Barroso Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Henrique Silveira Costa Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Liliane da Consolação Campos Ribeiro Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM
  • Sabrina Pinheiro Tsopanoglou Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

DOI:

https://doi.org/10.70597/vozes.v12iESP.1244

Palavras-chave:

Recém-nascido de baixo peso, Método Canguru, Sinais vitais

Resumo

O Método Canguru incentiva o cuidado humanizado ao recém-nascido de baixo peso, sendo que a segunda etapa propõe a continuidade do contato pele a pele com o neonato. O objetivo do estudo foi implementar a segunda etapa do método na maternidade de Diamantina-MG e avaliar os efeitos do contato pele a pele nos sinais vitais dos neonatos. Estudo quase-experimental, analítico, sendo elegíveis os neonatos com baixo peso ao nascer com estabilidade clínica e hemodinâmica, peso mínimo de 1250 gramas internados na unidade de cuidados intermediários da maternidade de Diamantina-MG. Os neonatos foram posicionados em contato pele a pele uma vez na semana, permanecendo 1 hora. No início e após 1 hora, foram avaliados os sinais vitais: frequência cardíaca e respiratória, saturação periférica de oxigênio (SpO2) e temperatura. Os resultados prévios mostraram que, dos neonatos participantes (n=9), 55% eram do sexo feminino, nasceram de parto normal e com idade gestacional de 34 semanas (± 1,6) , peso ao nascer de 1824 gramas (± 313). Sobre a variação dos sinais vitais do final para o início do contato pele a pele, em 60% dos casos houve diminuição da frequência respiratória e cardíaca, a frequência respiratória diminuiu 12,5% e a cardíaca 7,0%. A SpO2 aumentou em 40% dos neonatos, porém sem significância clínica e a temperatura aumentou 1,5% em 40% dos neonatos. Os resultados prévios destacam a importância do contato pele a pele para a manutenção e/ou melhora dos sinais vitais dos neonatos de baixo peso, influenciando positivamente na estabilidade clínica destes recémnascidos.

Biografia do Autor

Larissa Alves Fidêncio, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Autor: Larissa Alves Fidêncio
Graduanda em Fisioterapia na UFVJM
http://lattes.cnpq.br/1556866916504572
larissafidencio17@gmail.com

Ana Júlia de Matos Corrêa, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Ana Júlia de Matos Corrêa
Graduanda em Fisioterapia na UFVJM
http://lattes.cnpq.br/0620734009046933
anajuliacorreamatos@gmail.com

Milena Letícia Cruz, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Milena Letícia Cruz
Graduada em Fisioterapia pela UFVJM
https://lattes.cnpq.br/2212109349105814
milemcruzz@hotmail.com

Maria Eduarda Martins de Souza, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Maria Eduarda Martins de Souza
Graduanda em Enfermagem na UFVJM
https://lattes.cnpq.br/6245983819494525
eduarda.martins@ufvjm.ed

Cálita Fernandes Durães, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Cálita Fernandes Durães
Graduanda em Fisioterapia na UFVJM
http://lattes.cnpq.br/2202247122234023
calitaduraes@hotmail.com

Débora Fernandes de Melo Vitorino, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Débora Fernandes de Melo Vitorino
Docente do Curso de Fisioterapia da UFVJM
http://lattes.cnpq.br/6742344091366203
debora.vitorino@ufvjm.edu.br

Heloisa Helena Barroso, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Heloisa Helena Barroso
Docente do Departamento de Enfermagem UFVJM
http://lattes.cnpq.br/9883182157186627
heloisa.barroso@ufvjm.edu.br

Henrique Silveira Costa, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Henrique Silveira Costa
Docente do Curso de Fisioterapia da UFVJM
http://lattes.cnpq.br/7728459725592440
henrique.costa@ufvjm.edu.br

Liliane da Consolação Campos Ribeiro, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Liliane da Consolação Campos Ribeiro
Docente do Departamento de Enfermagem
UFVJM http://lattes.cnpq.br/4721367057858836
liliane.consolacao

Sabrina Pinheiro Tsopanoglou, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Coautor: Sabrina Pinheiro Tsopanoglou
Docente do Curso de Fisioterapia da UFVJM
http://lattes.cnpq.br/3509876657463607
sabrina.pinheiro@ufvjm.edu.br

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Publicado

01-05-2024

Como Citar

FIDÊNCIO, . A. .; CORRÊA, . J. de M. .; CRUZ, . L. .; SOUZA, . E. M. de .; DURÃES, . F. .; VITORINO, . F. de M. .; BARROSO, . H. .; COSTA, . S. .; RIBEIRO, . da C. C. .; TSOPANOGLOU, . P. . Implementação da segunda etapa do Método Canguru no hospital e maternidade Polo da Macrorregião do Jequitinhonha – Diamantina/MG: efeitos nos sinais vitais dos recém-nascidos. Revista Vozes dos Vales: Publicações Acadêmicas, [S. l.], v. 12, n. ESP, p. 12, 2024. DOI: 10.70597/vozes.v12iESP.1244. Disponível em: https://revistas.ufvjm.edu.br/vozes/article/view/1244. Acesso em: 27 fev. 2026.

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