Geografia quantitativa, por quê não?

Authors

DOI:

https://doi.org/10.70597/vozes.v7i14.1621

Keywords:

Geography, Geographical Epistemology, Quantitative Geography

Abstract

Historically, quantitative geography has been the target of a series of severe criticisms, mainly, its technical-methodological aspects. Nevertheless, in the current conjuncture, both global and local, it is believed that several are the signs that point to a reemergence of this geographical current. Given this scenario, the article is about a new perception about Quantitative Geography, which is understood to be fully underway. Thus, it was initially aimed at analyzing the historical process of epistemological clash - among the various currents of geographic thought - in the light of its methodological approaches. Subsequently, it was desired to re-signify the historical position of Quantitative Geography in geographic science; in addition to presenting possibilities for their employment in the present day. For this purpose, several bibliographic literary resources were used. In addition, it should be noted that the type of research carried out, according to the criteria Nature, Approach, Objectives and Technical Procedures, was classified, respectively, as Basic, Qualitative, Exploratory and Bibliographic. Among the results, it was noticed that for the use of the techniques inherent to Quantitative Geography, the geographers demanded a dedication beyond the one that, historically, had been realized. Therefore, such needs justified, at least partially, the historical process of refutation of the said chain. At the same time, it recognizes that, in view of its applications and specific technical and methodological aspects, several of the aforementioned criticisms of Quantitative Geography are plausible. It was concluded that Quantitative Geography, as well as its methods, techniques, analytical and technological instruments, has an important role in the understanding of the complex dynamics of the existing spatial interrelations, notable in diverse spatio-temporal scales.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Bruno Claytton Oliveira da Silva, Centro Universitário Maurício de Nassau

    Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo Programa de Pós-Graduação em
    Desenvolvimento e Meio Ambiente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte
    - PRODEMA/UFRN - Brasil
    Docente do Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU) e da Rede
    Estadual de Educação do RN (SEEC-RN)
    http://lattes.cnpq.br/3729041809136315
    E-mail: brunoclaytton@yahoo.com.br

  • Ranyére Silva Nóbrega, Federal University of Pernambuco

    Doutor em Meteorologia pela Universidade Federal de Campina Grande - DCA/UFCG
    Docente do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Pernambuco -
    DCG-UFPE - Brasil
    http://lattes.cnpq.br/9860653777047562
    E-mail: ranyere.nobrega@ufpe.br

References

ALVES, F. D. Abordagens metodológicas da geografia agrária clássica brasileira. Caminho de Geografia, v.13, n.42, p.315-329, 2012. Disponível em <http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/16730/9793>. Acesso em: 22 fev. 2018.

ALVES-MAZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O Método nas Ciências Naturais e Sociais: Pesquisa Quantitativa e Qualitativa. 2 ed. São Paulo, Pioneira, 1999.

ANDRADE, A. R. Reflexões sobre o pensamento geográfico e a busca de uma metodologia de trabalho na percepção da Geografia Ambiental. Revista Geografar, v.4, n.2, 2009. Disponível em: <http://revistas.ufpr.br/geografar/article/view/16118/10640>. Acesso em: 22 fev. 2018.

BERRY, B. J. L. Um paradigma para a Geografia Moderna. Revista Brasileira de Geografia (RBG), v.34, n.3, p.3-18, 1972. Disponível em:<https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/bibliotecacatalogo?view=detalhes&id=7115>. Acesso em: 14 mar. 2018.

BESSA, K. C. A diferenciação espacial e as interpretações da Geografia Teorético- Quantitativa e a Geografia Crítica. Sociedade & Natureza, v.16, n.31, p.101-124, dez., 2004.

CÂMARA, G; MONTEIRO, A. M. V; MEDEIROS, J. S. Representações computacionais do espaço: fundamentos epistemológicos da ciência da geoinformação. Revista Geografia (UNESP), v.28, n.1, p.83-96, 2003. Disponível em<https://www.researchgate.net/profile/Gilberto_Camara2/publication/242763509_Representacoes_Computacionais_do_Espaco_Um_Dialogo_entre_a_Geografia_e_a_Ci encia_da_Geoinformacao/links/00b7d5377a8d220725000000.pdf>. Acesso em: 22 de fev. 2018.

CAMARGO, J. C. G; ELESBÃO, I. O problema do método nas ciências humanas.Mercator – Revista de Geografia da UFC, v.3, n.6, 2004. Disponível em: <http://www.mercator.ufc.br/mercator/article/view/120>. Acesso em: 22 de fev. 2018.

CAMARGO, J. C. G; REIS JÚNIOR, D. F. C. Considerações sobre a Geografia Neopositivista no Brasil. Geografia, v.29, n.3, p.355-382, 2004. Disponível em: <http://www.repositorio.unb.br/bitstream/10482/5917/1/ARTIGO_ConsideracoesGeo grafiaNeopositivista.pdf>. Acesso em: 01 mar. 2018.

CAVALCANTI, A. P. B. Abordagens geográficas no estudo da paisagem. Breves Contribuciones del I.E.G, v.?, n.20, p.57-74, 2010/11. Disponível em:

<http://ojs.filo.unt.edu.ar/index.php/bcieg/article/view/168/141>. Acesso em: 22 fev. 2018.

CHIAPETTI, R. J. N. Pesquisa de campo qualitativa: uma vivência em geografia humanista. GeoTextos, v.6, n.2, p.139-162, 2010. Disponível em:

<https://portalseer.ufba.br/index.php/geotextos/article/view/4834/3583>. Acesso em: 22 fev. 2018.

CHRISTOFOLETTI, A. As perspectivas dos estudos geográficos. 2 ed. In: . Perspectivas da Geografia. São Paulo: Difel, 1985. Disponível em: <http://sigcursos.tripod.com/perspetivas.pdf>. Acesso em: 22 fev. 2018.

COSTA, F. R; ROCHA, M. M. Geografia: conceitos e paradigmas - apontamentos preliminares. Revista de Geografia, Meio Ambiente e Ensino (GEOMAE), v.1, n.2, p.25-56, 2010. Disponível em: <http://www.fecilcam.br/revista/index.php/geomae/article/viewFile/12/pdf_7>. Acesso em: 22 fev. 2018.

GALVÃO, M. V; FAISSOL, S. A revolução quantitativa na geografia e seus reflexos no Brasil. Revista Brasileira de Geografia, v.32, n.4, p.5-22, 1970. Disponível em: <https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/115/rbg_1970_v32_n4.pdf >. Acesso em: 14 mar. 2018.

GEIGER, P. P. Notas autobiográficas e reflexões. Revista GEOSUL, v.9, n.17, p.124-150, 1994. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/geosul/article/view/13116/12185 >. Acesso em: 15 mar. 2018.

GERHARDT, T. E; SILVEIRA, D. T. Métodos de Pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. GIL, A. C. Métodos e técnicas da pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GOMES, A. A. Considerações sobre a pesquisa científica: em busca de caminhos para pesquisa científica. Intertemas, v.5, p.61-81. 2001. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/cerusp/article/viewFile/83100/86139>. Acesso em: 18 de fev. 2018.

GUEDES, J. A. Métodos estatísticos para a geografia: um guia para o estudante. Revista Brasileira de Educação Geográfica, Campinas, v.3, n.5, p.158-160, jan./jun., 2013. Disponível em:

<http://www.revistaedugeo.com.br/ojs/index.php/revistaedugeo/article/view/96/96>. Acesso em: 22 fev. 2018. Resenha de: ROGERSON, P. A. Métodos estatísticos para a geografia: um guia para o estudante. 7 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 348 p.

HOLZER, W. O conceito de lugar na Geografia Cultural-Humanista: uma contribuição para Geografia Contemporânea. GEOgraphia, v.5, n.10, 2003. Disponível em: <http://www.geographia.uff.br/index.php/geographia/article/download/130/127>. Acesso em: 22 fev. 2018.

LAMEGO, M. O IBGE e a geografia quantitativa brasileira: construindo um objeto imaginário. Terra Brasilis (Nova Série), v.3, 2014. Disponível em: <http://journals.openedition.org/terrabrasilis/1015>. Acesso em: 22 fev. 2018.

LEITE, M. E.; ROSA, R. Geografia e geotecnologias no estudo urbano. Caminhos da Geografia, v.17, n.17, p.180-186, 2006. Disponível em: <http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/viewFile/15396/8695> . Acesso em: 22 fev. 2018.

MACHADO, R. P. P. Os novos enfoques da Geografia com o apoio das tecnologias da informação geográfica. Revista do Departamento de Geografia da USP, Volume Especial Cartogeo (2014), p. 203-241. Disponível em:

<http://www.periodicos.usp.br/rdg/article/view/85554/88343>. Acesso em: 22 fev. 2018.

MARCONI, M. de A; LAKATOS, E. M. de A. Fundamentos da metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

MORAES, A. C. R. Geografia: Pequena História Crítica. 20 ed. São Paulo: Annablume, 2005.

ROGERSON, P. A. Métodos Estatísticos para Geografia: um guia para o estudante. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012. 409 p.

SILVA, B. C. O; NÓBREGA, R. S; SOARES, A. M. J. Gestão de secas no Semiárido do Nordeste brasileiro: uma discussão paradigmática. Revista Vozes do Vales, v.6, n.12, 2017. Disponível em: <http://site.ufvjm.edu.br/revistamultidisciplinar/volume- xii/>. Acesso em: 31 jul. 2018.

SORIANO, R. R. Manual de Pesquisa Social. Petrópolis: Vozes, 2004.

SOUZA, C. Y. V; PEREIRA, F. S. G. Geografia: relações científicas e análise de métodos. Revista Cerrados Montes Claros, v.15, n.2, p.347-367, 2017. Disponível em: <http://www.periodicos.unimontes.br/cerrados/article/view/281/426>. Acesso em: 21 dez. 2017.

TARIFA, J. B. Sucessão de tipos de tempo e variação do balanço hídrico no extremo oeste paulista. 1973. 71p. Tese (Doutorado em Geografia) - Instituto de Geografia, Universidade de São Paulo (USP), Campus de São Paulo, 1973.

Published

2018-10-01

Issue

Section

Artigos

How to Cite

DA SILVA, Bruno Claytton Oliveira; NÓBREGA, Ranyére Silva. Geografia quantitativa, por quê não?. Revista Vozes dos Vales: Publicações Acadêmicas, [S. l.], v. 7, n. 14, p. 28, 2018. DOI: 10.70597/vozes.v7i14.1621. Disponível em: https://revistas.ufvjm.edu.br/index.php/vozes/article/view/1621. Acesso em: 23 jul. 2026.

Most read articles by the same author(s)